quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

FESTAS E FESTAS...E MAIS FESTAS NESTE FIM DE ANO !

E as pessoas me fazem as mesmas afirmações: tenho convites pra amigo secreto, encerramento da empresa, jantar de despedida com amigos, festa da família... enfim, os encontros neste final do ano são sempre regados a uma boa bebida e muita gastronomia.
O que fazer então? Primeiro, acredito na moderação. Você não precisa comer tanto pra saborear uma bela ceia de Natal. Coma e beba com moderação! Mas, alguém pode dizer que as festas são muitas - dia sim dia não - e que fica sem graça de dizer que não vai... Então, vá!!!
O grande problema é que estamos cada vez mais sedentários. Cada vez mais acomodados, fazendo menos exercícios, sendo espectadores de uma saúde combalida. Precisamos nos mexer mais. Temos que adotar um estilo pró ativo. O exercício físico tem que ser regular e rotineiro.
A partir do momento em que o exercício passa a fazer parte de nossas vidas, a preocupação com as festas, com a mesa farta, com o que se pretende comer na reta final do ano, deixa de existir ou fica muito reduzida. Eu afirmo que o grande problema está no que fazemos e não no que comemos. Em tempos remotos se comia a mesma coisa(ou mais) e não se tinha tanta gente gorda. As pessoas eram bem mais ativas! O conforto e a tecnologia eram menores: a tv não tinha controle remoto, o vidro do carro se levantava com uma manivela, o computador não nos prendia tanto tempo sentado...
A solução é fazer mais. Cumprir uma meta mínima de 30 minutos de exercícios por dia. A Organização Mundial da Saúde já falou isso diversas vezes! Os jornais, revistas e autoridades científicas tem repetido isso diversas vezes. E aí eu pergunto...estamos esperando o quê?
Boas Festas!!!
Maurício Moreira
CREF 5511-G

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Café reduz risco de doenças

Café: hábitos de consumo da bebida e efeito da caféina sobre o organismo são determinados por variações genéticas
O consumo moderado de café (3 a 5 xícaras por dia) foi associado à redução do risco de morte por doença cardiovascular, diabetes tipo 2, doenças neurológicas como o Parkinson, e o suicídio(VEJA.com/Thinkstock)
Beber entre três e cinco xícaras de café por dia reduz o risco de morte prematura por doenças cardíacas, suicídio, diabetes ou mal de Parkinson. Tanto a versão comum da bebida quanto a descafeinada são benéficas. É o que diz um estudo publicado segunda-feira, na revista científica Circulation.
"Componentes bioativos presentes no café reduzem a resistência à insulina e a inflamação sistemática. Isso poderia explicar alguns dos nossos resultados", disse Ming Ding, principal autora do estudo e doutoranda do departamento de Nutrição de Harvard.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, baseou-se em relatos sobre condições médicas e hábitos de 208.501 mil enfermeiros e outros profissionais de saúde, ao longo de 30 anos. A partir dessas informações eles compararam os resultados de pessoas que não bebiam café, ou que ingeriam menos de duas xícaras por dia, com aquelas que consumiam até cinco xícaras diárias.
Os resultados mostraram que o consumo moderado de café foi associado à redução do risco de morte por doença cardiovascular, diabetes tipo 2, doenças neurológicas como o Parkinson, e o suicídio. Embora estudos anteriores tenham apontado uma redução entre o consumo de café e um risco menor de câncer, nesta pesquisa não foi encontrado nenhum efeito protetor contra o a doença.
Apesar da clara associação, os autores ressaltam que ainda não foi constatada nenhuma relação de causa e efeito entre o café e a redução do desenvolvimento de certas doenças. Mesmo assim eles recomendam o consumo. "O consumo regular de café pode ser incluído como parte de uma dieta saudável e balanceada. Mas, algumas populações como grávidas e crianças devem tomar cuidado com o consumo elevado de cafeína proveniente do café e outras bebidas. ", disse Frank Hu, professor de nutrição e epidemiologia em Harvard.
 http://veja.abril.com.br/noticia/saude/cafe-ajuda-a-viver-mais

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

MIRA PRECISA CONTRA O CÂNCER

“Estamos começando a determinar a terapia contra o câncer com base em suas características íntimas, e não apenas em sua cara.” Essa é a analogia usada pelo biólogo Rui Manuel Vieira Reis, coordenador científico do Centro de Diagnóstico Molecular do Hospital de Câncer de Barretos, no interior paulista, para resumir uma recente quebra de paradigma no combate à doença. Traduzindo: se antes o local de origem do tumor (mama, pulmão, intestino) reinava absoluto na decisão de qual estratégia seguir para enfrentá-lo, hoje os médicos também investigam mudanças no DNA das células malignas. Essa é a revolução da patologia molecular, técnica que, a partir de uma pequena amostra do tecido tumoral, sequencia seu genoma, identificando traços que indicam sua agressividade e alvos específicos para destruí-lo. É como se um general tivesse acesso aos segredos de guerra do inimigo.
“A patologia molecular já traz informações relevantes no manejo de vários cânceres, como o linfoma, o de mama, o de intestino e o melanoma, uma versão mais violenta de tumor de pele”, elenca Paulo Hoff, diretor do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Exemplo: no tal melanoma, a análise do DNA de uma fração do tecido doente pode encontrar uma mutação no gene BRAF. “Na presença dela, o remédio vemurafenibe traz uma resposta até duas vezes melhor que os convencionais”, conta Stephen Stefani, oncologista do Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre. Agora, se a alteração não existir, de pouco adianta gastar tempo e dinheiro com a droga.
Continue lendo:  http://mdemulher.abril.com.br/saude/saude-e-vital/um-mira-precisa-contra-o-cancer

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Os benefícios da corrida

1. Coração: a corrida exige que o coração aumente o fluxo de sangue para todo o corpo. As fibras do músculo se fortalecem e a cavidade aumenta. Há uma hipertrofia excêntrica do miocárdio (alteração na parede e na cavidade do ventrículo esquerdo) melhorando a ejeção sanguínea. Desta forma o coração bombeia mais sangue com menos batidas, se tornando mais eficiente. Com o aumento da circulação sanguínea pelo corpo, cresce a entrada de oxigênio nos tecidos.

2. Pulmões: correr faz com que o volume de ar inspirado seja maior, aumentando a sua capacidade de respiração. Há também um aumento da quantidade de oxigênio absorvido do ar atmosférico.

3. Ossos: estimula a formação de massa óssea, aumentando a densidade óssea evitando problemas como a osteoporose.

4. Pressão arterial: correr estimula a vasodilatação, o que reduz a resistência para a circulação de sangue. Há trabalhos específicos para alunos hipertensos, como trabalhar a velocidade em terrenos planos. Uma maneira de diminuir a sua pressão é trabalhando a velocidade em terrenos plano.

5. Cérebro: aumenta os níveis de serotonina, neurotransmissor que regula o sono e o apetite. Em baixas quantidades, essa substância está associada ao surgimento de problemas como a depressão. 

6. Peso: quanto maior a intensidade do exercício maior a queima calórica e de gordura. A corrida ajuda a gastar muitas calorias, favorecendo a perda ou manutenção do seu peso. Em uma hora de treino, um atleta chega a queimar até 950 calorias. 

7. Colesterol: diminui os níveis de LDL (colesterol "ruim"). Corredores de longas distâncias têm o nível mais alto de HDL (colesterol bom ), encarregado de transportar os ácidos graxos no sangue e de evitar o seu depósito nas artérias.

8. Estresse: com a corrida, há liberação do hormônio cortisol, aliviando o estresse e a ansiedade. 

9. Sono: fazer atividade física, melhora a qualidade de sono. Correr faz a pessoa dormir melhor. Após o exercício, o corpo libera endorfina, substância que provoca a sensação de bem-estar e ajuda a relaxar. 

10. Músculos: a corrida ajuda a melhorar a resistência muscular e também queima a gordura dos tecidos musculares, deixando-os mais fortes e definidos. 

11. Rins: com o aumento da circulação, há também uma melhora da função dos rins, que filtram o sangue e reduzem o número de substâncias tóxicas que circulam pelo corpo. 

12. Articulações: correr torna a cartilagem das articulações mais espessa, o que protege melhor essas regiões tão frágeis do nosso corpo. 

13. Aumenta a libido: após 30 minutos de corrida, há um aumento da testosterona que permanece assim, por mais uma hora aproximadamente. No caso das mulheres, também há um aumento dos hormônios relacionados ao desejo, além de aumentar a auto-confiança.
http://www.minhavida.com.br

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Estalar o corpo faz mal?

Depende! “Estalos ocasionais ou espontâneos, como costuma acontecer nos pés e tornozelos depois de levantarmos da cama, são inócuos. Mas se forem repetidos com freqüência, aumentam a produção do líquido interno das juntas, o que pode causar engrossamento, dor e perda de flexibilidade”, afirma o dr. Isidio Calich, da Faculdade de Medicina da USP. Conforme o tipo de estalo, pode provocar também sérios danos nos tendões e na cartilagem que recobre a extremidade dos ossos. Existem dois tipos de estalo. O primeiro ocorre quando esticamos a junta puxando um dedo, por exemplo. Isso gera uma espécie de vácuo que faz o líquido no interior das juntas se movimentar com violência, daí o ruído. O outro tipo é quando dobramos a articulação. Nesse caso, o estalo se deve ao atrito entre as cartilagens dos ossos – como quando apertamos os dedos contra a palma da mão – ou, então, ao contato do tendão com alguma saliência óssea – ao girar o tornozelo, por exemplo. A princípio, todas as juntas do corpo podem ser estaladas, mas não vale a pena tentar comprovar isso na prática.

Sinfonia dos ossos

1. Em uma articulação, as pontas dos ossos são recobertas por uma cartilagem protetora. 
Entre elas, fica a cápsula articular
2. No interior da cápsula está o líquido sinovial. Estalar a articulação estimula a produção desse líquido, fazendo a cápsula inchar e a junta engrossar

Extraído de Super Interessante
Edição 162

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Ficar em pé contribui para saúde do coração

Segundo pesquisa, a posição permite melhorar os níveis sanguíneos de colesterol, gorduras e açúcares

O simples fato de ficar em pé no lugar de sentar poderia contribuir para nos manter em boa saúde, segundo um estudo publicado na revista da Sociedade Europeia de Cardiologia, o European Heart Journal. A posição de pé permitiria assim melhorar os níveis sanguíneos de colesterol, gorduras e açúcares, marcadores biológicos de riscos cardiovasculares. Passar mais tempo de pé e caminhar poderiam ter um efeito benéfico suplementar sobre a circunferência abdominal e o índice de massa corporal (IMC), que servem para medir o peso ideal."Inúmeros estudos mostraram que a atividade física reduz a mortalidade total, os acidentes e a mortalidade cardiovasculares, o diabetes tipo 2 (o mais frequente), a obesidade e diversos tipos de câncer" relembrou o professor Francisco Lopez-Jimenez da Mayo Clinic (Minnesota, Estados Unidos) em um comentário acompanhando o artigo. Mas "a luta contra o sedentarismo não pode se reduzir a aconselhar a fazer exercícios regularmente", escreveu o médico, acrescentando que é igualmente importante promover comportamentos não sedentários na vida diária. 

"Uma pessoa que caminha duas horas até o trabalho, que fica de pé durante quatro horas e que faz mais uma hora de tarefas cotidianas em casa queima mais calorias do que correndo durante uma hora", explicou, evocando especialmente o interesse de colocar à disposição dos trabalhadores esteiras e adaptando os escritórios para permitir trabalhar de pé ou sentado.
Pesquisadores australianos equiparam com marcadores de atividade 782 homens e mulheres, com idades entre 36 e 80 anos, para determinar precisamente quanto tempo cada um passava dormindo, andando ou correndo e ficava sentado, deitado ou de pé. 
Uma diminuição das gorduras sanguíneas (triglicerídeos) e um aumento do "bom" colesterol foram observados com uma redução do tempo sentado. A redução do tamanho da circunferência abdominal e do IMC só se mostrou significativa quando combinada à caminhada ou à corrida, ressaltaram os autores, que julgam necessários estudos complementares sobre o assunto.
Ao substituir todos os dias duas horas sentadas pela caminhada, o tamanho da cintura diminuiu em média cerca de 7,5 cm e o IMC de 11%.Entretanto, ficar sentado não é ruim em si, na medida em que não passamos muito tempo na posição.— Nossa mensagem é: levantem, fiquem menos tempo sentados e se mexam mais — afirmou a médica Genevieve Healy da universidade de Queensland (Austrália), que dirigiu o estudo.
Na Europa, os adultos são hoje muito sedentários e declaram passar em média 3,2 a 6,8 horas sentados por dia, segundo o estudo. 

*AFP

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Comer vegetais todos os dias pode deixar seu cérebro 11 anos mais jovem

Ninguém discorda que vegetais são bons para a saúde. Mas você sabia que a ingestão de apenas uma porção de folhas verdes por dia poderia prevenir a demência?

Pesquisadores da Universidade de Rush em Chicago (EUA) avaliaram anualmente a dieta e capacidade mental de cerca de 950 pessoas idosas durante dois a dez anos.


Os participantes, que tinham uma idade média de 81 anos, fizeram 19 testes para avaliar a sua função mental. Também, usando uma lista com 144 itens, tiveram que identificar que alimentos e bebidas tinham mais destaque em sua dieta.

Os que comiam vegetais de folhas verdes, como espinafre e couve, uma ou duas vezes por dia experimentaram declínio cognitivo significativamente menor do que aqueles que não comiam tantos vegetais, mesmo quando outros fatores, como educação, exercício e histórico familiar de demência foram levados em conta.

Efeito duradouro

Em média, os participantes que comiam mais folhas verdes interromperam o declínio mental por uma média de 11 anos.

“Perder a memória ou habilidades cognitivas é um dos maiores medos das pessoas à medida que envelhecem. Como o declínio da capacidade cognitiva é central para a doença de Alzheimer e outras formas de demência, o aumento do consumo de vegetais de folhas verdes pode oferecer uma maneira muito simples, acessível e não invasiva de potencialmente proteger o cérebro”, disse a principal pesquisadora do estudo, Martha Clare Morris.

Morris crê que os benefícios das verduras são provavelmente ligados a seus elevados níveis de vitaminas e nutrientes, como vitamina K, luteína, folato e beta-caroteno.

Fonte: hypescience